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Notícias

Sustentabilidade corporativa: empresas brasileiras seguem tendências globais no dia a dia Fonte: Segs, 17/12/2025

A adoção de práticas sustentáveis deixou de ser diferencial e tornou-se prioridade para empresas em todo o mundo. No Brasil, o alinhamento às metas globais da Organização das Nações Unidas (ONU), os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a compensação ambiental e a atenção ao clima organizacional vêm pautando a estratégia de diferentes setores.

Um dos pontos centrais é o ODS 12 – Consumo e Produção Responsáveis, que orienta a redução de resíduos e o uso mais consciente de recursos naturais. Na prática, isso significa repensar processos produtivos, investir em reaproveitamento de materiais e ampliar a reciclagem de embalagens pós-consumo.

A logística reversa, prevista na Lei nº 12.305 desde 2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos), também avança com sistemas de compensação que garantem que parte das embalagens colocadas no mercado volte à cadeia produtiva. No Brasil, a tecnologia aplicada pela Eureciclo já rastreia toneladas de resíduos, fortalecendo a economia circular e gerando renda para cooperativas de reciclagem.

Além do eixo ambiental, o aspecto social também ganha força. O ODS 8 – Trabalho decente e crescimento econômico, por exemplo, inspira políticas de inclusão de migrantes e imigrantes no mercado de trabalho, além de ações que estimulam diversidade e oportunidades. Educação e igualdade de gênero (ODS 4 e ODS 5) também aparecem como prioridades, especialmente em setores industriais historicamente marcados pela predominância masculina.

Em Santa Catarina, a Roco, signatária do movimento ODS SC, aplica essas diretrizes no dia a dia e cumpre de forma prática metas relacionadas ao ODS 3 (Saúde e bem-estar), ODS 4 (Educação de qualidade), ODS 5 (Igualdade de gênero), ODS 8 (Trabalho decente e crescimento econômico), ODS 9 (Indústria, inovação e infraestrutura) e ODS 12 (Consumo e produção responsáveis). A empresa reutiliza integralmente óleos minerais e fluidos industriais, cerca de 90% do lixo produzido é reciclado e o que não é possível reciclar é coletado por uma empresa especializada e incinerado, e garante que suas embalagens tenham destinação adequada por meio da parceria com a Eureciclo. No campo social, mais de 50% do quadro de colaboradores é formado por migrantes e imigrantes, e há apoio financeiro de até 100% para quem deseja retomar os estudos.

A analista de logística, Stéfanie Cichorski, é um exemplo. “Eu acabei começando a trabalhar cedo e deixando a faculdade de lado. Meu gestor me chamou para um feedback e perguntou se eu tinha interesse em voltar a estudar. Quando falei que sim, ele explicou que a empresa oferece auxílio-educação de até 100%”, conta. “Acho legal que parte muito deles. Dá para perceber que eles querem algo bom não só para a empresa, mas para você também. A gente passa muito tempo do nosso dia aqui, eles acabam te conhecendo muito bem, veem o teu potencial e, às vezes, é um potencial que a gente mesmo não enxerga”, detalha.

- ESG como cultura empresarial

Para o diretor comercial da Roco, Anderson Rosa, essas medidas representam uma mudança de mentalidade no setor industrial. “Mais do que adequação à lei ou selo de certificação, estamos falando de cultura. Sustentabilidade precisa estar na base das decisões da empresa, seja no cuidado com os colaboradores, na forma como utilizamos recursos ou no que devolvemos para a sociedade”, afirma.

Com ações efetivas, o reconhecimento também chegou: em fevereiro deste ano a empresa recebeu a certificação Great Place to Work (GPTW), que mede a percepção dos colaboradores em relação ao ambiente de trabalho.

Casos como esse ilustram uma tendência maior: a de empresas brasileiras que, em meio a um cenário global de urgência climática e social, começam a consolidar práticas de sustentabilidade como parte central de seus modelos de negócio.

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