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Cresce a atenção das empresas à gestão de riscos Fonte: Veja, 13/05/2019

A pesquisa CIO 2018 realizada pela KPMG destacou o gerenciamento de riscos operacionais e compliance como prioridade para cerca de quatro mil gestores e executivos globais de TI. O estudo constatou que quase 25% a mais dos entrevistados, em relação ao número do ano passado estão priorizando melhorias em segurança cibernética, uma vez que esse tipo de ameaça atingiu um nível alto histórico. E para as empresas que gerenciam os riscos de forma mais eficaz são 38% mais propensas a informar uma lucratividade maior do que suas concorrentes.

A preocupação das empresas em gerenciar os riscos, associada à adoção de uma gestão consciente dos processos para alcançar os objetivos estratégicos da organização, através de ações mais eficientes também é sinalizada no artigo de autoria do CEO da Vorcon Auditoria e Consultoria, Luiz Viana, publicado esse mês no Portal PME NEWS.

“Ao aplicar o gerenciamento de riscos corporativos, a organização deverá examinar as atividades em todos os seus níveis, desde as atividades realizadas no âmbito empresarial, como planejamento estratégico e alocação de recursos, às atividades das unidades de negócios, como marketing e recursos humanos ou analisar os processos do negócio.”

E enfatiza…

“Quanto mais à empresa exerce uma gestão consciente de seus processos, maior é a possibilidade de inovar nessa área, criando um diferencial ante a concorrência. O mapeamento é uma forma de gestão e organização desses processos, que são pontos-chave do funcionamento de uma empresa, de forma a torná-los mais eficazes.”

Viana cita também alguns exemplos de riscos e suas consequências à gestão corporativa.

Acidente de trabalho, fraude financeira, dificuldade em obter crédito, vulnerabilidade quanto à segurança digital corporativa (ganha projeção com a Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD) e a perda de funcionário essencial à empresa são alguns de muitos exemplos de riscos corporativos e uma empresa que não possui um plano de gestão de prevenção de riscos, além de comprometer o andamento dos processos, poderá ter reflexos negativos que poderão atingir a produtividade e a lucratividade.

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